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Destaques

Idade média dos caminhoneiros sobe 8% em 10 anos

 Entre 2015 e 2025, a idade média dos motoristas de caminhão habilitados no Brasil passou de 50,0 para 54,2 anos, um avanço de 8% em uma década. O dado aponta para um envelhecimento da força de trabalho no setor, que já vinha sendo sinalizado nos anos anteriores a esse período. Em 2011, essa média era inferior a 48 anos, o que dá sinais de que o fenômeno é estrutural, e não apenas conjuntural.
 
 A falta de segurança, os longos períodos fora de casa e a concorrência com o transporte de passageiros e refeições por aplicativo estão entre os fatores que contribuem para a baixa atratividade da profissão de motorista de caminhão entre os mais jovens. Essa dificuldade na renovação da mão de obra representa um risco para a oferta de serviços de transporte rodoviário de cargas, principal modal do país.
 
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Agosto, 2025

Representatividade do transporte no consumo de óleo diesel

 A atividade de transportes consome mais de 80% do óleo diesel vendido no Brasil, com o restante indo para outros setores, como agropecuário, energético, industrial, comercial e público. Praticamente a totalidade do volume consumido por transportes é usado no modal rodoviário, com apenas 3% indo para o ferroviário e o hidroviário.
 
 Diante da relevância do modal rodoviário consumo de óleo diesel no país, a variação das vendas do combustível se torna um bom termômetro da demanda por transporte rodoviário de carga no Brasil. Dados como o de consumo de diesel, quando analisados ao longo do tempo, podem antecipar tendências logísticas e apoiar decisões operacionais e estratégicas.
 
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Agosto, 2025

Vacância e preço no mercado de condomínios logísticos

 A taxa de vacância dos condomínios logísticos no Brasil está em 7,7% em junho de 2025. A alta taxa de ocupação dos espaços disponíveis é reflexo de uma demanda aquecida, principalmente do e-commerce, e de um mercado de real state cujos investimentos são afetados pelas altas taxas de juros. A menor oferta de áreas disponíveis acaba levando ao aumento do preço pedido por metro quadrado, que passou de R$ 18,1/m² em 2019 para R$ 25,2/m² em 2025 (valores corrigidos pelo IPCA).

 A valorização dos preços nos últimos anos vem acompanhando a escassez de áreas disponíveis, em um ambiente com oferta limitada e busca crescente por localizações estratégicas. Esse movimento reforça a importância de uma gestão ativa dos contratos e da prospecção de novas áreas para expansão logística, especialmente nas regiões com maiores restrições de espaço.
 
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Agosto, 2025