Aumento do frete rodoviário nas grandes empresas embarcadoras
Entre as grandes empresas embarcadoras de carga no Brasil, 55% aumentaram a conta de frete rodoviário em 2026 por conta especificamente da regulação do Piso Mínimo. Outros 9% também elevaram o frete, mas por decisão própria, sem relação com a norma, e 35% não registraram aumento. Os dados são de pesquisa inédita realizada pelo ILOS em 2026 com mais de 100 grandes empresas embarcadoras de carga do país, entre indústria, varejo e agronegócio.
O piso mínimo de frete rodoviário existe no Brasil desde 2018, mas conviveu por anos com fiscalização limitada e baixa aderência prática. Isso mudou a partir de abril de 2025, quando a ANTT passou a fiscalizar automaticamente com base nos dados do MDF-e e as autuações relacionadas ao piso saltaram de cerca de 800 para 57 mil por mês. A alteração mais relevante, porém, não está no volume de multas: nas operações de carga lotação, o CIOT deixa de ser emitido quando o valor declarado do frete fica abaixo do piso, e sem CIOT a operação de transporte não se formaliza.
O ILOS reúne o melhor e mais atualizado conteúdo sobre logística e supply chain. Quer saber mais sobre Piso Mínimo de Fretes? Acesse aqui gratuitamente!
O piso mínimo de frete rodoviário existe no Brasil desde 2018, mas conviveu por anos com fiscalização limitada e baixa aderência prática. Isso mudou a partir de abril de 2025, quando a ANTT passou a fiscalizar automaticamente com base nos dados do MDF-e e as autuações relacionadas ao piso saltaram de cerca de 800 para 57 mil por mês. A alteração mais relevante, porém, não está no volume de multas: nas operações de carga lotação, o CIOT deixa de ser emitido quando o valor declarado do frete fica abaixo do piso, e sem CIOT a operação de transporte não se formaliza.
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