Importações brasileiras no 1° semestre
No primeiro semestre de 2026, as importações brasileiras da China somaram US$ 38,5 bilhões, alta de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, mais que o dobro do volume importado dos Estados Unidos (US$ 19,0 bilhões, queda de 13%) e cerca de cinco vezes o valor vindo da Alemanha (US$ 7,3 bilhões, alta de 4%). A série desde 2010 mostra a China ampliando a distância para os demais parceiros, com salto expressivo a partir de 2022.
Diferente da pauta exportadora, dominada por commodities a granel, as importações são compostas majoritariamente por bens manufaturados e industrializados, movimentados em contêineres. Esse perfil de carga depende de outra infraestrutura: terminais portuários com capacidade de movimentação de contêineres, agilidade no desembaraço aduaneiro e redes de distribuição rodoviária eficientes para levar os produtos dos portos aos centros de consumo. O crescimento sustentado do fluxo importador, sobretudo da China, mantém pressão sobre essa cadeia logística de entrada.
A programação completa do Fórum ILOS 2026, incluindo os temas de comércio exterior e logística internacional, está disponível em www.forumilos.com.br
Diferente da pauta exportadora, dominada por commodities a granel, as importações são compostas majoritariamente por bens manufaturados e industrializados, movimentados em contêineres. Esse perfil de carga depende de outra infraestrutura: terminais portuários com capacidade de movimentação de contêineres, agilidade no desembaraço aduaneiro e redes de distribuição rodoviária eficientes para levar os produtos dos portos aos centros de consumo. O crescimento sustentado do fluxo importador, sobretudo da China, mantém pressão sobre essa cadeia logística de entrada.
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