Importação de derivados de petróleo por porto de entrada
Em 2025, o complexo portuário de Itaqui (MA) liderou a importação brasileira de derivados de petróleo, com 4,4 milhões de toneladas, volume bem superior aos registrados em Paranaguá-Antonina (PR), com 2,6 milhões, e Santos (SP), com 2,3 milhões. A distribuição entre portos do Norte, Nordeste, Sudeste e Sul mostra a diversidade de corredores de entrada utilizados no Brasil para abastecer mercados regionais distintos, incluindo dinâmicas logísticas específicas como a de Manaus (1,5 milhão de toneladas), cujo abastecimento opera predominantemente por via fluvial.
Essa geografia da importação tem implicações diretas para a logística de combustíveis no país. Portos mais próximos dos principais polos consumidores reduzem distâncias de transporte terrestre e aliviam pressão sobre corredores rodoviários de longa distância. Os derivados importados cumprem papel relevante no abastecimento nacional, e a distribuição geográfica dos portos de entrada influencia a eficiência logística e o custo de chegada ao consumidor final.
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