% do diesel no custo do transporte rodoviário em diferentes distâncias
O peso do diesel no custo do transporte rodoviário varia conforme a distância da rota. Em trajetos de 200 km, o combustível responde por cerca de 25% do custo total. A 500 km, sobe para 34%; a 1.000 km, chega a 39%; acima de 2.000 km, estabiliza em torno de 43%. A curva cresce rápido nas primeiras centenas de quilômetros e satura a partir de 1.500 km.
A explicação está na estrutura de custos. Componentes fixos e de tempo, como remuneração do motorista, depreciação, remuneração de capital e tempo de carga e descarga, independem da quilometragem percorrida. Em rotas curtas, esses itens diluem a participação do combustível; em rotas longas, o consumo cresce proporcionalmente à distância, elevando a participação do diesel no custo da viagem.
A implicação prática é que a exposição ao preço do diesel não é uniforme na malha. Operações de longa distância têm sensibilidade próxima ao dobro da observada em rotas regionais, o que altera o cálculo de repasse tarifário e a calibragem de cláusulas de reajuste por segmento de rota. Em trajetos curtos, o ganho marginal está menos no consumo e mais na redução do tempo de ciclo: janelas de recebimento, filas em doca e produtividade do ativo pesam mais que o preço do litro.
O transporte rodoviário de carga será analisado em profundidade no Fórum ILOS 2026. Veja a programação completa em https://forumilos.com.br/programacao/
A explicação está na estrutura de custos. Componentes fixos e de tempo, como remuneração do motorista, depreciação, remuneração de capital e tempo de carga e descarga, independem da quilometragem percorrida. Em rotas curtas, esses itens diluem a participação do combustível; em rotas longas, o consumo cresce proporcionalmente à distância, elevando a participação do diesel no custo da viagem.
A implicação prática é que a exposição ao preço do diesel não é uniforme na malha. Operações de longa distância têm sensibilidade próxima ao dobro da observada em rotas regionais, o que altera o cálculo de repasse tarifário e a calibragem de cláusulas de reajuste por segmento de rota. Em trajetos curtos, o ganho marginal está menos no consumo e mais na redução do tempo de ciclo: janelas de recebimento, filas em doca e produtividade do ativo pesam mais que o preço do litro.
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