Utilização dos terminais de contêineres no Brasil
A utilização dos terminais de contêineres brasileiros aumentou na maioria das unidades analisadas entre abril de 2025 e abril de 2026, mas de forma desigual. Dos dez terminais, três operavam em torno de 90% de ocupação em abril: Itapoá (SC), com 97%; Suape (PE), com 90%; e Portonave (SC), com 88%. Paranaguá TCP (PR) também avançou de forma expressiva, de 69% para 85%.
No complexo de Santos, que reúne os três maiores terminais do país, o movimento foi diferente. A Santos Brasil subiu de 65% para 81% de utilização, enquanto BTP recuou de 87% para 80% e DP World Santos, de 78% para 68%, o que pode ser um indício de realocação de cargas entre terminais do mesmo porto, e não necessariamente de queda de demanda agregada.
Utilização acima de 85% eleva o risco de congestionamento e tempo de espera de navios. A concentração de terminais próximos a esse limite em polos como Itapoá, Suape e Paranaguá sugere que a pressão sobre a capacidade portuária já não está restrita a Santos.
A infraestrutura portuária brasileira é um dos temas da programação do Fórum ILOS 2026. Saiba mais em www.forumilos.com.br/programacao.
No complexo de Santos, que reúne os três maiores terminais do país, o movimento foi diferente. A Santos Brasil subiu de 65% para 81% de utilização, enquanto BTP recuou de 87% para 80% e DP World Santos, de 78% para 68%, o que pode ser um indício de realocação de cargas entre terminais do mesmo porto, e não necessariamente de queda de demanda agregada.
Utilização acima de 85% eleva o risco de congestionamento e tempo de espera de navios. A concentração de terminais próximos a esse limite em polos como Itapoá, Suape e Paranaguá sugere que a pressão sobre a capacidade portuária já não está restrita a Santos.
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