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Preço médio do diesel S10 no posto de combustível

 O preço médio do diesel S10 no Brasil atingiu R$ 7,58/litro no início de abril, com variações relevantes entre os estados. Enquanto Acre (R$ 8,30) e Bahia (R$ 8,25) registram os maiores níveis, estados como Espírito Santo (R$ 7,04) e Alagoas (R$ 7,05) operam com preços significativamente mais baixos. A dispersão superior a R$ 1,20/litro evidencia diferenças estruturais relacionadas a logística de abastecimento, carga tributária estadual e dinâmica regional de oferta.
 
 Para transportadores e embarcadores, o impacto é direto: o diesel pode representar mais de 30% do custo de uma rota de 500 km. Nesse contexto, a heterogeneidade de preços por UF deixa de ser apenas um dado de mercado e passa a ser variável operacional relevante, influenciando definição de rotas, pontos de abastecimento e até a negociação de fretes. Incorporar essa variabilidade no planejamento é essencial para evitar distorções de custo e preservar margens.
 
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Abril, 2026

Principais produtos importados e exportados

 Petróleo bruto (US$ 44,7 bi), soja (US$ 43,5 bi) e minério de ferro (US$ 29,0 bi) lideraram as exportações brasileiras em 2025, todos produtos com alta densidade de volume e baixo valor agregado por unidade. Esse perfil contrasta com o das importações (combustíveis (US$ 15,6 bi), fertilizantes (US$ 15,5 bi) e máquinas), que sugerem maior pulverização e maior valor agregado. A estrutura da pauta comercial aponta para uma logística outbound orientada à escala, enquanto o inbound demanda maior frequência e flexibilidade operacional.
 
 Essa diferença influencia a configuração da infraestrutura e dos modais. A exportação de commodities demanda corredores de alto volume, com integração eficiente entre ferrovias e portos para redução de custo unitário. Já as importações tendem a maior uso do rodoviário, especialmente para produtos de menor peso e maior frequência de entrega, com operações mais fragmentadas e sensíveis a prazo. 
 
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Abril, 2026

Acidentes rodoviários envolvendo caminhões 2025

 52 acidentes por dia envolvendo caminhões em rodovias federais. Esse foi o ritmo registrado ao longo de 2025, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
 
 Nesse período, colisões responderam por 68% das ocorrências (12,9 mil), seguido por capotamentos / tombamentos (12%) e saídas de pista (11%). Entre as colisões, um terço delas foi traseira, quando os dois veículos estão na mesma pista e o de trás colide com o da frente. Já 14% das colisões entre caminhões aconteceram de forma frontal, quando a frente de ambos se choca, sendo um tipo de acidente particularmente preocupante pela alta taxa de mortalidade.
 
 Para operações logísticas, as consequências diretas são avaria de carga, indisponibilidade de frota e variabilidade de prazo, três vetores que afetam nível de serviço e margem. A resposta operacional passa por gestão de risco de rota, monitoramento em tempo real e controle estruturado de jornada.
 
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Abril, 2026

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