Ranking de engarrafamento nas cidades brasileiras
Curitiba lidera o ranking de tempo perdido no trânsito entre grandes cidades brasileiras, com 135 horas por ano durante horários de pico — à frente de São Paulo (132), Recife e Belo Horizonte (130). Porto Alegre (125) e Fortaleza (121) também ultrapassam 120 horas anuais. Rio de Janeiro (92), Salvador (81) e Brasília (58) aparecem em patamares inferiores.
Para operações logísticas urbanas, congestionamento se traduz em menor previsibilidade de janelas de entrega, maior variabilidade no tempo de ciclo e pressão sobre a produtividade de frota. Esse impacto é ainda maior no last mile, onde o veículo percorre múltiplas paradas em área urbana densa. A diferença de 77 horas por ano entre Curitiba e Brasília sugere que operações distribuídas nacionalmente enfrentam realidades distintas a depender da praça, o que torna difícil aplicar um único padrão de dimensionamento de frota ou de SLA de entrega.
O ILOS seleciona os principais indicadores logísticos em https://prime.ilos.com.br/pages/indicadores. Acesse gratuitamente!
Para operações logísticas urbanas, congestionamento se traduz em menor previsibilidade de janelas de entrega, maior variabilidade no tempo de ciclo e pressão sobre a produtividade de frota. Esse impacto é ainda maior no last mile, onde o veículo percorre múltiplas paradas em área urbana densa. A diferença de 77 horas por ano entre Curitiba e Brasília sugere que operações distribuídas nacionalmente enfrentam realidades distintas a depender da praça, o que torna difícil aplicar um único padrão de dimensionamento de frota ou de SLA de entrega.
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