Os maiores portos de contêineres do mundo
Os três maiores portos de contêineres do mundo são asiáticos, segundo o ranking dos 100 maiores portos de contêineres do mundo: Xangai (China), com mais de 50 milhões de TEU por ano; Singapura, com cerca de 40 milhões; e Ningbo-Zhoushan (China), com quase 40 milhões. Shenzhen (China) e Qingdao (China), com cerca de 30 milhões de TEU cada, completam o top 5, mantendo a Ásia no topo da lista.
Na América Latina, o porto de Santos (Brasil) é o maior da região, ocupando a 37ª posição com 5 milhões de TEU por ano. Os portos de Cartagena (Colômbia, 58º, 4 milhões), Callao (Peru, 71º, 3 milhões), Guayaquil (Equador, 85º, 2 milhões) e San Antonio (Chile, 100º, 2 milhões) são os outros representantes da América Latina na lista.
A capacidade de movimentação portuária traz implicações diretas para o comércio exterior dos países. Portos maiores operam com mais linhas regulares, maior frequência de navios e melhores condições de frete por volume, o que reduz custo logístico por contêiner movimentado. A posição relativa dos portos latino-americanos no ranking global ajuda a explicar por que o custo logístico de exportação e importação na região tende a ser estruturalmente mais alto do que em economias com portos de maior escala.
A Logística Internacional é um dos temas principais do Fórum ILOS 2026. Saiba mais em: www.forumilos.com.br
Na América Latina, o porto de Santos (Brasil) é o maior da região, ocupando a 37ª posição com 5 milhões de TEU por ano. Os portos de Cartagena (Colômbia, 58º, 4 milhões), Callao (Peru, 71º, 3 milhões), Guayaquil (Equador, 85º, 2 milhões) e San Antonio (Chile, 100º, 2 milhões) são os outros representantes da América Latina na lista.
A capacidade de movimentação portuária traz implicações diretas para o comércio exterior dos países. Portos maiores operam com mais linhas regulares, maior frequência de navios e melhores condições de frete por volume, o que reduz custo logístico por contêiner movimentado. A posição relativa dos portos latino-americanos no ranking global ajuda a explicar por que o custo logístico de exportação e importação na região tende a ser estruturalmente mais alto do que em economias com portos de maior escala.
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