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Investimentos públicos em infraestrutura de transportes

 Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil seguem muito abaixo do patamar observado no início da década passada. Após atingir R$ 33 bilhões em 2010 e R$ 31 bilhões em 2011, os aportes recuaram para níveis entre R$ 8 bilhões e R$ 15 bilhões nos últimos anos, mesmo considerando os valores corrigidos pela inflação. Em 2025, os investimentos públicos somaram R$ 14 bilhões, com forte predominância do modal rodoviário e baixa participação dos demais modais. Segundo estimativas recentes, aproximadamente metade dos investimentos totais em transportes no país foi realizada pelo setor público e a outra metade pela iniciativa privada.
 
 Apesar da recuperação recente frente aos níveis mínimos registrados entre 2021 e 2022, o Brasil investiu em 2025 o equivalente a 0,13% do PIB em infraestrutura de transportes, patamar muito inferior aos 2% do PIB ao ano estimados como necessários para manter e modernizar a infraestrutura do país. A limitação de investimentos reduz a oferta de alternativas logísticas mais eficientes, como ferrovias e hidrovias, além de comprometer a qualidade da própria infraestrutura rodoviária. Para as empresas, isso significa maiores custos operacionais, menor previsibilidade, aumento no tempo de trânsito e menor competitividade.
 
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Maio, 2026

Ranking de engarrafamento nas cidades brasileiras

 Curitiba lidera o ranking de tempo perdido no trânsito entre grandes cidades brasileiras, com 135 horas por ano durante horários de pico — à frente de São Paulo (132), Recife e Belo Horizonte (130). Porto Alegre (125) e Fortaleza (121) também ultrapassam 120 horas anuais. Rio de Janeiro (92), Salvador (81) e Brasília (58) aparecem em patamares inferiores.
 
 Para operações logísticas urbanas, congestionamento se traduz em menor previsibilidade de janelas de entrega, maior variabilidade no tempo de ciclo e pressão sobre a produtividade de frota. Esse impacto é ainda maior no last mile, onde o veículo percorre múltiplas paradas em área urbana densa. A diferença de 77 horas por ano entre Curitiba e Brasília sugere que operações distribuídas nacionalmente enfrentam realidades distintas a depender da praça, o que torna difícil aplicar um único padrão de dimensionamento de frota ou de SLA de entrega.
 
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Maio, 2026

Salários dos profissionais de Logística e Supply Chain no Brasil

 A remuneração dos profissionais de logística e supply chain no Brasil apresenta variação significativa em função do porte da empresa e do nível de experiência. Para quem está no início da carreira (25º percentil), os salários de um analista de supply chain variam de R$ 6 mil, em empresas de pequeno e médio porte, a R$ 8 mil, em empresas de grande porte.
 
 O gráfico apresenta a análise dos cargos em três categorias: Pequenas, Médias e Grandes empresas (P/M/G), com base em percentis que indicam o nível de experiência do profissional.

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Maio, 2026

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