O ILOS Prime é uma plataforma desenvolvida pela consultoria ILOS que reúne conteúdos exclusivos e os principais indicadores do Brasil relacionados à logística e supply chain.

Importação de derivados de petróleo por porto de entrada

 Em 2025, o complexo portuário de Itaqui (MA) liderou a importação brasileira de derivados de petróleo, com 4,4 milhões de toneladas, volume bem superior aos registrados em Paranaguá-Antonina (PR), com 2,6 milhões, e Santos (SP), com 2,3 milhões. A distribuição entre portos do Norte, Nordeste, Sudeste e Sul mostra a diversidade de corredores de entrada utilizados no Brasil para abastecer mercados regionais distintos, incluindo dinâmicas logísticas específicas como a de Manaus (1,5 milhão de toneladas), cujo abastecimento opera predominantemente por via fluvial.
 
  Essa geografia da importação tem implicações diretas para a logística de combustíveis no país. Portos mais próximos dos principais polos consumidores reduzem distâncias de transporte terrestre e aliviam pressão sobre corredores rodoviários de longa distância. Os derivados importados cumprem papel relevante no abastecimento nacional, e a distribuição geográfica dos portos de entrada influencia a eficiência logística e o custo de chegada ao consumidor final.
 
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Maio, 2026

Importação de óleo diesel no Brasil por país de origem

 Em 2025, o Brasil importou 14,4 milhões de toneladas de óleo diesel, o maior volume da série histórica. Nesse período, a Rússia ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o principal fornecedor externo do país, com 47% do volume importado, impulsionada pelo preço competitivo do petróleo russo no mercado internacional. Já os EUA responderam por 33% do volume, e os dois países juntos concentram 80% das importações brasileiras.
 
 Nas últimas duas décadas, o volume importado de diesel pelo Brasil cresceu de 6% para 27% do abastecimento total, impulsionado pela expansão da demanda do transporte rodoviário. Por outro lado, a produção nacional, que responde por 73% do diesel consumido no país, não acompanhou esse ritmo na capacidade de refino. Para gestores de logística e supply chain, isso significa maior exposição a variações de câmbio e preço do petróleo nos custos operacionais e contratos de frete.
 
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Maio, 2026

Produção nacional vs. Importação óleo diesel no Brasil

 Em 2025, 27% do óleo diesel consumido no Brasil foi importado, o maior percentual da série histórica. Em 2005, essa participação era de apenas 6%. O crescimento da demanda por diesel, impulsionado pela expansão do transporte rodoviário de carga, vem superando o ritmo de ampliação da capacidade nacional de refino, o que aumenta a dependência do país em relação ao mercado externo.
 
 Com maior participação do diesel importado, oscilações no petróleo e no câmbio levam a impactos mais rápidos e intensos nos custos operacionais do transporte rodoviário, efeito agravado pelo atual contexto geopolítico no Oriente Médio. Nesse cenário, executivos de logística e supply chain devem reforçar mecanismos de reajuste contratual, monitorar continuamente os movimentos do mercado internacional e investir em iniciativas voltadas à eficiência operacional, produtividade da frota e redução do consumo de combustível.
 
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Maio, 2026

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