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Piso Mínimo de Fretes para rota de 500km e carga geral

  A tabela do piso mínimo de frete, atualizada recentemente pela ANTT, define os seguintes valores para uma rota de 500 km com carga geral: R$ 2.443 para o veículo de 2 eixos, R$ 3.091 para 3 eixos, R$ 3.480 para 4 eixos, R$ 3.993 para 5 eixos, R$ 4.349 para 6 eixos, R$ 4.878 para 7 eixos e R$ 5.505 para 9 eixos.
 
  O reajuste seguiu o IPCA acumulado para a maior parte dos índices que compõem o piso mínimo. A exceção é o diesel e o Arla 32, cujo componente é atualizado pelo preço de referência do próprio combustível, não pela inflação geral.
 
  O piso mínimo de frete será tema de um painel de debates no Fórum ILOS 2026. Veja programação completa em https://forumilos.com.br/programacao/
Julho, 2026

Comparativo das tabelas da ANTT

  A atualização da tabela ANTT de 16 de julho subiu o piso mínimo de frete em até 3,1% nas rotas mais curtas e reduziu em até 0,7% nas mais longas. Para 10 km, a alta foi de 3,1%, enquanto para 25 km, 50 km e 100 km foi de, respectivamente, 2,6%, 2,0% e 1,2%. Entre 250 km e 500 km há uma certa estabilidade, começando efetivamente a cair a partir dos 1.000 km e chegando a -0,7% em 3.000 km.

  O movimento decorre do reajuste dos parâmetros da tabela: o custo fixo aumentou e o custo variável por quilômetro caiu. Como o fixo pesa proporcionalmente mais nas rotas curtas, o reajuste elevou o piso nessas distâncias; nas rotas longas, a queda do variável supera o efeito do fixo, e o piso cai.

  O piso mínimo de frete será tema de um painel de debates no Fórum ILOS 2026. Veja programação completa em https://forumilos.com.br/programacao/
Julho, 2026

Valores do Piso Mínimo de Fretes para rotas com origem São Paulo

  O piso mínimo de frete rodoviário para carga geral com origem em São Paulo varia de R$ 3.687, na rota até Curitiba, a R$ 22.001, na rota até Belém, quase seis vezes mais, segundo a tabela ANTT atualizada em 16 de julho. O trecho São Paulo - Rio de Janeiro (R$ 3.834) acompanha o patamar de Curitiba, enquanto a rota até Goiânia (R$ 7.291) já dobra esse valor. Por fim, a rota São Paulo - Recife (R$ 20.162) fica próximo do valor máximo analisado.

  A diferença reflete a estrutura de custo do transporte de longuíssimo curso: menor densidade de carga de retorno, infraestrutura rodoviária inferior e maior tempo de viagem elevam os custos nas rotas ao Norte e Nordeste, bem acima do existente em rotas regionais. Para operações de distribuição nacional a partir de São Paulo, essa distorção pesa diretamente no custo de atendimento a mercados distantes do Sudeste e reforça o argumento para centros de distribuição regionais ou alternativas multimodais nas rotas de mais longo curso.

  O tema Transporte Rodoviário de Carga será amplamente discutido no Fórum ILOS 2026. Saiba mais em www.forumilos.com.br.
Julho, 2026

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