O Pix é o principal meio de recebimento do frete para 75,5% dos transportadores autônomos, segundo a Pesquisa CNTA com transportadores autônomos. A transferência bancária vem em seguida, com 11,8%, e o aplicativo do banco com desconto de imposto responde por 5,2%. Carta frete e maquininha de cartão aparecem com 2,7% cada, o cheque com 1,2% e o dinheiro com 0,5%.
Somados, Pix, transferência e aplicativo do banco concentram 92,5% das respostas, o que indica que o pagamento ao autônomo ocorre quase por completo em meios bancários com registro. A predominância de meios rastreáveis é relevante para o controle do frete: o CIOT vincula frete, valor pago e rota a um registro auditável, e é peça central da fiscalização do piso mínimo. Pagamentos digitais tendem a facilitar a conciliação entre o valor declarado na operação e o valor efetivamente pago ao motorista.
Veja esse e outros posts sobre o transporte rodoviário de carga
aqui no ILOS Prime. É gratuito!