Idade média dos caminhões no Brasil é de 14,8 anos
Essa distribuição é consistente com uma dinâmica conhecida do mercado brasileiro: as transportadoras maiores renovam suas frotas com mais frequência, e parte desses veículos migra posteriormente para o mercado de autônomos, criando um efeito cascata na renovação da frota nacional. Outros fatores reforçam essa concentração de veículos mais antigos entre os TAC: menor acesso ao crédito, menor capacidade de investimento e ciclos de substituição naturalmente mais longos.
Muito mais do que analisar a média geral, é importante para os embarcadores entender como é a composição do mercado em termos de idade da frota. Afinal, frotas concentradas nas faixas mais antigas tendem a custos de manutenção mais altos e maior exposição a falhas mecânicas, fatores que podem se refletir tanto no frete cobrado quanto na disponibilidade dos veículos contratados.
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