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Preço médio do frete rodoviário por região

  Em setembro de 2026, o frete spot pago pela indústria em caminhão baú variou de R$ 0,325/t.km no Norte a R$ 0,515/t.km no Sudeste, diferença de 58%. No agronegócio, com caminhão graneleiro, as médias ficaram entre R$ 0,315/t.km no Nordeste e R$ 0,416/t.km no Sudeste, diferença de 32%.
 
  Na indústria, a disponibilidade de carga de retorno e a composição das rotas podem contribuir para a diferença regional. No agronegócio, o Centro-Oeste registrou a segunda maior média, de R$ 0,386/t.km; a concentração da produção de grãos e a sazonalidade do escoamento são possíveis fatores de pressão sobre a demanda por graneleiros.
 
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Outubro, 2026

Quais produtos tiveram as maiores variações nas importações do Brasil

  Entre jan-set/2010 e jan-set/2026, as importações brasileiras cresceram 1,6% ao ano, chegando a 130,8 milhões de toneladas. Fertilizantes e plástico bruto registraram as maiores altas, de 6,8% ao ano cada, seguidos por produtos químicos (5,5%) e coque e derivados (4,3%). Os fertilizantes somaram 28,4 milhões de toneladas, o maior volume entre os produtos analisados. O gás natural caiu 4,1% ao ano, para 3,3 milhões de toneladas.
 
  O avanço de granéis sólidos como os fertilizantes tende a pressionar a capacidade de recebimento e armazenagem dos portos, sobretudo nos picos sazonais de descarga. Esse fluxo se concentra principalmente nos portos de Paranaguá, Santos e Rio Grande, depois sendo escoado para as principais regiões agrícolas do país, por ferrovia ou pelo modal rodoviário.
 
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Outubro, 2026

Modelos de reposição de estoques

  Os modelos de reposição de estoques se dividem em quatro formatos. O lote econômico com ponto de pedido repõe lotes de tamanho fixo sempre que o estoque atinge um nível predefinido. No Mín-Máx com revisão contínua, o estoque é mantido entre dois limites: o mínimo dispara a reposição e o máximo define o volume. No Mín-Máx com revisão periódica, um calendário indica quando avaliar o estoque, e os limites determinam se há pedido e de quanto. No mínimo com revisão periódica, a avaliação também segue calendário fixo, e o pedido repõe o estoque até o nível mínimo.
 
  A principal diferença está na frequência de monitoramento. Na revisão contínua, a reposição responde ao consumo real, mas exige acompanhamento permanente do saldo. Na revisão periódica, o controle é mais simples e permite consolidar pedidos por fornecedor, porém o estoque precisa cobrir a demanda durante o intervalo entre revisões e o prazo de entrega, o que tende a exigir estoque de segurança maior.
 
  Não há modelo superior em todos os casos. A escolha depende do comportamento da demanda, dos custos de pedido e de estoque, das restrições de capacidade e da dinâmica de fornecimento. Como esses fatores variam por item, uma mesma operação pode combinar modelos diferentes. Revisar periodicamente se cada item está no modelo adequado é uma forma de reduzir capital empatado sem comprometer o nível de serviço.
 
  Acesse o link e veja como a consultoria do ILOS permitiu a redução de 12% dos custos financeiros de estoque em empresa do setor de óleo e gás: https://ilos.com.br/consultoria-do-ilos-permite-reducao-de-12-dos-custos-financeiros-de-estoque-em-empresa-do-setor-de-oleo-e-gas/
Outubro, 2026

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