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Salário médio de funcionários de armazenagem no Brasil

  A média salarial de profissões associadas à armazenagem no Brasil passou de R$ 2.287 em 2022 para R$ 2.720 em 2025, alta nominal de 19%, segundo dados do Ministério do Trabalho. Corrigido pelo INPC, o poder de compra do trabalhador cresceu ao longo do período, de R$ 2.633 para R$ 2.737 entre 2022 e 2024, mas praticamente estagnou no último ano, fechando 2025 em R$ 2.720.

  Se por um lado houve ganho real de poder de compra para o trabalhador, por outro o mesmo período representa aumento de custo de mão de obra para as empresas nas operações de armazenagem. Em mercado apertado para funções operacionais, reajustes que só repõem inflação tendem a não reter mão de obra qualificada, elevando turnover e custos de recrutamento e treinamento.

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Julho, 2026

Investimentos em infraestrutura de transportes

  O investimento em infraestrutura de transportes no Brasil atingiu 0,39% do PIB em 2025, maior patamar da série histórica desde 2016, somando R$ 36,8 bilhões do setor privado e R$ 13,2 bilhões do setor público. Apesar do avanço, o patamar de 0,39% do PIB ainda está muito aquém dos cerca de 2% do PIB ao ano que estudos setoriais e referências internacionais apontam como necessários para equacionar o déficit de infraestrutura acumulado no país, mais de cinco vezes o volume atual.

  Essa carência afeta diretamente o custo logístico nacional. Rodovias mal conservadas, gargalos ferroviários e portuários subdimensionados comprometem o tempo de trânsito, a segurança da carga e, sobretudo, a possibilidade de utilizar o modal mais adequado para cada tipo de operação. Um exemplo recorrente é o de cargas como soja e milho, cujo perfil de volume e distância seria mais eficiente por ferrovia, mas que por vezes acabam escoadas por rodovia diante da baixa capacidade ou capilaridade da malha ferroviária disponível, elevando o custo de transporte da carga agrícola muito além do que a matriz modal ideal permitiria.

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Julho, 2026

Quanto tempo leva para percorrer 10km em São Paulo?

  Percorrer 10 km em São Paulo, em horário comercial nos dias úteis, leva em média 31,7 minutos, chegando a 37,3 minutos às sextas-feiras, entre 15h e 18h. O pico se mantém elevado de forma praticamente contínua entre 9h e 21h, com alívio real apenas no início da madrugada. Aos sábados, o mesmo trajeto em horário comercial é, em média, 23% mais rápido (24,2 min), enquanto aos domingos, a redução chega a 37% (20,0 min).

  Para a logística urbana, essa diferença tende a reduzir a produtividade das frotas, limitar o número de entregas por veículo e elevar o custo operacional do last mile. Em um cenário de entregas cada vez mais rápidas e pulverizadas, entender a variação dos tempos de deslocamento por dia e horário é fundamental para definir a localização dos centros de distribuição, ajustar janelas de entrega, dimensionar a frota e aumentar a eficiência das operações.

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Julho, 2026

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